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Quer descobrir a empresa que vai liderar e redefinir o mundo digital pelos próximos anos?

Para encontrá-la, não espie o valor atual de suas ações ou mesmo o seu inventário patrimonial do trimestre, e muito menos especule em torno de seus últimos anúncios em termos de recursos tecnológicos futuros…

Apenas acompanhe para onde os dados irão fluir, de maneira robusta, consistente e progressiva!

      Atualmente, na era da Revolução Digital, Hardware e Software já se tornaram commodity tecnológico. Dados equivalem ao petróleo da nova era. O mercado e a sociedade dependem de mais e melhores dados para manterem o ritmo de desenvolvimento atual. Investir de forma inteligente na prospecção hegemônica de mais e melhores dados representa uma questão de compreender a humanidade e suas relações. Porém, nos dias atuais, este cenário definitivamente ainda não existe, devido a um vazio de liderança corporativo, gerado por uma ignorância estrutural e perversão sistêmica das chamadas Big Techs (grandes empresas de tecnologia). Desse modo, os dados escoam desordenadamente, com baixa eficiência e grande desperdício.
      E para deixar tudo ainda mais complexo, o iminente advento da Web 3.0, com sua arquitetura descentralizada e criptografada, promete inviabilizar tecnicamente o acesso aos dados pelas vias convencionais adotada nos dias de hoje (apropriação clandestina de dados do usuário). Portanto, será obrigatório o surgimento de um novo paradigma que proporcione um caminho alternativo por onde os dados possam fluir de forma abundante e destituída de atrito.

Diante deste contexto caótico e temerário, surge uma oportunidade extremamente promissora:

A Inovação

      Às vezes, o maior segredo da inovação pode ser uma questão de resgatar algo importante para todos nós, mas que talvez tenha sido esquecido ou subestimado por muito tempo. Através dessa observação, este texto nos conduzirá à seguinte reflexão: como a nossa startup poderá implementar uma inovação disruptiva em pleno auge da Era da Informação? Afinal, estamos falando de uma inovação que seja capaz de alavancar a Revolução Digital para uma nova etapa de desenvolvimento.

      Primeiramente, existe um fato: a humanidade sempre viveu a Era da Informação! Ela teve início há dezenas de milhares de anos, quando os nossos ancestrais começaram a desenvolver os primórdios da linguagem, o que os capacitou a transmitir, consumir e assimilar grande quantidade de conteúdo informacional. Esse fenômeno foi determinante para nos tornarmos criaturas racionais, dotadas de pensamento abstrato e altamente sociais. A cultura é o nosso grande legado informacional, registrado graças ao poder da escrita. Porém, muito antes de desenvolvermos a escrita, aprendemos a disseminar o conhecimento através de histórias, isto porque elas representavam um valioso e eficiente recurso mnemônico para encapsularmos o conhecimento numa estrutura coerente, que fosse fácil de lembrar e reproduzir por meio da tradição oral. A partir daí, desenvolvemos muitas técnicas para cultivar a informação, mas as histórias nunca nos abandonaram.

      Tradicionalmente, uma boa narrativa sempre foi a maior fonte de conexão entusiástica para a humanidade. Portanto, apenas para citar os principais exemplos, o que hoje conhecemos como “mitos”, no passado representavam histórias sagradas que funcionavam como elemento agregador de uma comunidade, raiz identitária de um povo e fonte de significado para a vida de um indivíduo. Desta forma, ao longo das eras, observamos diferentes desdobramentos no campo das “narrativas sagradas”, as mais importantes foram os mitos de criação e as lendas nacionalistas. Em torno dessas histórias foram criadas novas nações e sistemas de crença, pessoas estranhas colaboravam entre si e sacrificavam a própria vida.

      Se imaginarmos o cérebro como um computador avançado, a verdade das “histórias” é que elas funcionam como o “sistema operacional” da mente humana. Através das histórias conseguimos compreender o mundo e organizar a nossa própria vida. Graças à influência dessas narrativas, encontramos o nosso lugar na sociedade, sabemos a nossa origem no passado, além de nos permitir traçar o sentido e a percepção de propósito para o nosso futuro. Porém, nos dias de hoje, a humanidade encontra-se ávida para consumir histórias que sejam capazes de atribuir um significado maior e transcendental para a nossa existência. Afinal, diante do irrefreável processo de globalização, as religiões tradicionais e os movimentos nacionalistas cada vez mais estão perdendo o espaço da sua área de influência sobre a sociedade.

      Estamos vivendo a era da Revolução Digital, o mundo contemporâneo é movido com base nas tecnologias da informação. Nos dias de hoje, as grandes empresas de tecnologia (Big Techs) possuem um poder de transformação global superior a entidades políticas e religiosas tradicionais. Todavia, apesar de altamente “tecnológicas”, o diferencial competitivo destas empresas não está na sua capacidade computacional (seja hardware ou software), a sua força encontra-se na capacidade em potencial de coletar dados. Afinal, os dados representam o combustível que alimenta as máquinas preditivas com seus algoritmos de inteligência artificial, inseridas num regime de big data.

      Apesar de tudo, o grande gargalo de crescimento das maiores empresas de tecnologia do mundo encontra-se na sua escandalosa inaptidão de se relacionar com os seus próprios usuários. Na prática, as pessoas não confiam nessas empresas por diversos motivos, fazendo com que estes usuários regulem ao máximo o acesso aos seus dados, mesmo obtendo benefícios em troca. Isto gera um círculo vicioso, pois as empresas passam a recorrer a práticas escusas e indecorosas a fim de coletar dados a qualquer custo, o que aumenta ainda mais o clima de desconfiança e repúdio por parte dos seus usuários.

      Diferente do que aconteceu historicamente no caso da religião e dos Estados, as pessoas enxergam as grandes empresas de tecnologia da atualidade como entidades despersonalizadas, simbolicamente pobres e destituídas de qualquer significado gerador de engajamento que preencha a necessidade humana de pertencer a uma comunidade e estar conectada a uma causa particularmente transcendental. Em decorrência disso, as pessoas não conseguem colaborar de forma espontânea, e muito menos entusiástica, no momento em que precisam ceder os seus dados. Nesse contexto, as Big Techs da atualidade são gigantes obscuros, destituídos de identidade, desalmados e moribundos, arrastando a própria carcaça rumo ao precipício do esquecimento e irrelevância no mundo digital. Porém, a presunção de grandeza inabalável faz com que elas não percebam a própria decadência. As atuais Big Techs ainda sobrevivem de modo triunfante apenas pelo fato de não terem sido defrontadas por um modelo rival e revolucionário de empreendimento digital, capaz de desferir a elas o golpe de misericórdia.

A operação de Rudá apresenta dois focos de atuação:

1) Um modelo disruptivo de rede social, atualizado para o novo contexto competitivo da Web 3.0;

2) Uma empresa de Bussines Inteligence focada na construção de um novo paradigma de publicidade digital, compatível com os parâmetros de privacidade e descentralização de dados da futura nova Web.

      Rudá é uma Rede Social baseada na promoção de conexões humanas genuínas, concebidas de forma inteligente e abrangendo dois polos de interesse e atratividade: Amor (relações românticas) e Fraternidade (uniões no âmbito profissional).

       Rudá promoverá valiosas combinações humanas, construídas a partir da relação de um elevado ÍNDICE DE AFINIDADE: modelo matemático (dado em porcentagem), amparado por Psicologia Aplicada e Ciência de Dados, capaz de ponderar as semelhanças essenciais, diferenças complementares e alinhamento de propósito e expectativas, entre qualquer membro da Rede Social de Rudá.

      As informações serão obtidas através do processamento de dados altamente acurados, com elevado potencial preditivo, a ser impulsionado, secundariamente, por mecanismo de Machine Learning.

      Tendo em vista o fornecimento de dados sensíveis, trabalharemos junto ao usuário a percepção de segurança e confiabilidade, sustentadas por um conjunto sofisticado de estratégias de UX Design (com foco em Storytelling e Gamificação) capazes de promover engajamento e, especialmente, suavizar eventual desconforto emocional e carga cognitiva durante a fase de coleta de dados.

      Naturalmente, alguém que esteja lendo este texto pode apresentar algum grau de ceticismo diante da proposta de valor, isto pode ocorrer porque algumas pessoas acreditam que relações humanas complexas e emocionalmente profundas, para serem mutuamente descobertas, dependam de uma certa "magia imponderável", fruto da escassez e da aleatoriedade cega dos encontros cotidianos.

      Através de Rudá, acreditamos que as relações humanas de valor inestimável possam ser ativamente semeadas. E a magia por trás deste processo será alcançada por intermédio da tecnologia aplicada de forma estratégica e inovadora. Aliás, lembremos da máxima de Arthur C. Clarke: "qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível de magia!".

      Maiores detalhes a respeito da estratégia operacional, proposta de valor e modelo de monetização, precisarão ser apresentados de forma específica e bem direcionada, dentro de um contexto de confidencialidade.

      Temos a visão de nos tornar a empresa de tecnologia com o mérito e a capacidade de liderar a Revolução Digital em âmbito mundial. Faremos isso trabalhando desde cedo os ativos mais importantes da empresa: a coerência institucional entre a história sagrada (mito de Rudá) e o significado simbólico de nossa marca(Deus do amor e da fraternidade), aliado aos nossos valores institucionais humanistas, o que nos habilita a lutar pela busca do ideal humano de amor e fraternidade, por intermédio da tecnologia, mas acima de tudo, graças ao poder colaborativo dos membros de nossa comunidade, que serão capazes de reconhecer a importância de compartilhar suas informações como um ato de confiança e solidariedade, em prol da construção de um mundo melhor.

      Nesse sentido, todos nós, a humanidade, enquanto espécie e sociedade, esperamos o surgimento de uma empresa de tecnologia que esteja apta para nos guiar rumo a uma causa justa e nobre, capaz de promover valores humanistas que possam atribuir sentido e significado para as nossas vidas, que nos incite a lutar por um propósito transformador massivo, além de nos oferecer a base identitária de pertencermos a uma comunidade próspera e virtuosa. Nesse cenário, contribuir com um punhado de informações não se torna nenhum sacrifício dispendioso, pelo contrário, representa a oportunidade valiosa de prestar tributo, despertando no indivíduo o brio de sentir-se útil e generoso para a sua nova comunidade.

      Isso lhe parece um pouco romântico e idealista? Ótimo! Pois trabalhamos com “amor” e “sonhos”, nossa matéria prima intangível. Capacidade de hardware e software são apenas bens comoditizados que servirão de meios para o nosso intento. As empresas do Vale do Silício ainda operam cegamente com a lógica da cultura hacker, são “piratas da tecnologia” que atuam como verdadeiras contrabandistas de dados, por isso, elas se utilizam de grande poderio computacional a fim de espoliar dados com base na trapaça e na força-bruta. Dessa forma, o Projeto Rudá surge para romper com esse modelo arcaico, ineficiente e desonesto. Afinal, usuários engajados e confiantes, conectados em prol de uma causa elevada, não apenas abandonarão a posição defensiva, como também estarão sempre dispostos a contribuir ativamente com tudo o que estiver a seu alcance.

      Rudá é a primeira empresa de tecnologia construída genuinamente em torno da história de um mito de fundação ancestral. Rudá compartilha o nome de uma das maiores divindades indígenas da Amazônia, ao mesmo tempo com apelo arquetípico universal, capaz de ser notado e apreciado por qualquer outra forma de cultura. E muito mais do que isso: a empresa propõe reavivar a influência e o poder simbólico do deus do amor e da fraternidade, seja promovendo tecnologicamente o seu grande propósito, como também narrando e expandindo a sua história através de um rico universo fantástico, incorporado organicamente ao seu branding através da construção de uma rede social complexa, que reestrutura e moderniza o conceito de comunidades virtuais, adotando elementos de gamificação dentro da dinâmica de funcionamento de um SuperApp.

      Além de tudo, sendo generoso, benévolo e democrático, Rudá disponibilizará seus principais recursos de maneira gratuita e livre de anúncios publicitários indesejáveis. O enorme volume e a qualidade imensurável dos seus dados, no fim das contas, permitirá a construção de um modelo de negócio com enorme potencial de rentabilidade, associado a múltiplos canais de receita. Dentre os canais de monetização, podemos citar os segmentos edtech, healthtech, bussines inteligence e, acima de tudo, a reestruturação do atual modelo de marketing digital e plataforma de vendas online, através de uma proposta de valor que respeita os interesses e a necessidade real do consumidor, além de proporcionar o melhor e mais eficiente funil de vendas imaginável para as empresas parceiras.

      Em última análise, o modelo disruptivo da rede social de Rudá estará completamente desassociado da influência psicologicamente tóxica e socialmente disfuncional com a qual as pessoas estão acostumadas a interagir nas mídias sociais: desperdiçando tempo com a busca vaidosa de validação social e consumo de futilidade alheia, isto sem falar sobre a irrefreável disseminação de notícias falsas, discursos de ódio e toda forma de desinformação capaz de promover intrigas, conflitos e desordem social (inclusive em escala da geopolítica global). Portanto, Rudá desprezará e desestimulará, absolutamente, esse decadente modelo de interação vivido nas mídias sociais.

      Dessa forma, a empresa que assumirá a responsabilidade de liderar o futuro da internet, carregará consigo o inescapável compromisso de moldar a dinâmica da sociedade global. Nesse sentido, todos nós desejamos um cenário de harmonia e prosperidade, conduzido por uma empresa de inclinação democrática e norteada por valores humanistas. Afinal, estamos na iminência de adentrarmos na chamada “Era da Web 3.0”. Isso significa que a Web estará deixando de ser essencialmente uma plataforma colaborativa de inteligência coletiva e passará a possuir cada vez mais autonomia, através de sistemas de inteligência artificial incrivelmente avançados, capazes de tomar importantes decisões de forma autônoma.

      Entretanto, o ponto mais relevante da Web 3.0 gira em torno de sua nova arquitetura, já que esta seguirá um modelo descentralizado de armazenamento de dados, com tecnologias rodando em blockchain. Isto significa que os dados de cada usuário ficarão distribuídos em múltiplos servidores e a identidade digital dos usuários será amplamente criptografada. Portanto, em pouco tempo, será tecnicamente inviável para as atuais big techs armazenarem e se beneficiarem dos principais dados da rede em seus poderosos data centers, assim como também não terão meios de rastrear ou espionar os usuários e suas “pegadas digitais”.

      Neste novo mundo de relações digitais, a principal forma (se não a única) de grandes empresas assumirem a liderança no campo das tecnologias emergentes da Web 3.0 será através da iniciativa dos usuários, de forma livre e voluntária, de fornecerem informações altamente sensíveis sobre si mesmos. Porém, mobilizar este nível de confiança não será uma tarefa trivial. Será necessário que uma empresa seja capaz de oferecer em troca uma proposta de valor imensuravelmente significativa, mas apenas isso não bastará... Afinal, vai ser inescapável para esta empresa desenvolver um poderoso vínculo emocional com o seu usuário, ao mesmo tempo que possua a capacidade de construir uma comunidade ampla e coesa ao redor de sua marca.

      Desta forma, aquilo que a história, a antropologia e a psicologia humana demonstram sobre este assunto, diz respeito ao poder gregário e de engajamento emocional por parte de construções narrativas bem estruturadas, capazes de prover um significado transcendental para a vida humana. No passado, entidades religiosas e políticas moldaram a sociedade e transformaram o mundo, catapultados pela memorável força das histórias por trás de sua fundação. Rudá é uma empresa destinada a se tornar o maior e principal expoente de uma vertente humana e espiritualizada da moderna concepção de dataísmo!

      No passado, para obter respostas e soluções para os seus problemas, as pessoas recorriam a divindades, livros sagrados ou mesmo a sabedoria dos mais velhos. Porém, a eclosão de sistemas super avançados de inteligência artificial faz com que estas máquinas preditivas se tornem o oráculo a quem a sociedade moderna se direcionará, cada vez mais, em busca de respostas e soluções para problemas vertiginosamente complexos.

      Aviões são máquinas que voam de maneira extremamente eficiente, apesar de contar com mecanismos completamente distintos daqueles que encontramos em seres-vivos alados. Da mesma forma, as máquinas preditivas da “Web 3.0”, por definição, serão capazes de “pensar”, mesmo não possuindo qualquer forma de consciência; pensarão de uma maneira diferente, não-humana e bastante peculiar. Quando falamos que o ser humano é uma criatura pensante e dotada de espírito, entendemos por “espírito” a centelha de um propósito transcendental, obtido como um reflexo da própria alma de nosso “criador”. Da mesma forma, as máquinas preditivas que, cada vez mais, irão inevitavelmente regular o funcionamento da sociedade, também serão dotadas de “espírito”. Desse modo, a empresa/grupo/corporação que as liderar (basicamente, aquela a quem for confiado mais e melhores dados), será a sua entidade criadora e, portanto, contribuirá com a centelha transcendente de seu propósito de operação. Essa centelha transcendental não será moldada e inserida voluntariamente por um grupo de programadores instruído por um time de executivos de alto-escalão. Essa centelha transcendental será fruto da cultura corporativa da empresa: a profundidade da sua visão, a nobreza da sua missão, a integridade dos seus valores, o reflexo da sua história, o significado por trás de sua marca, e acima de tudo, a qualidade com que esta empresa se relaciona, se envolve e se preocupa com questões genuinamente humanas.

      Portanto, participar da construção do Projeto Rudá vai muito além de acreditar no valor potencial de uma startup, assim como supera a projeção de qualquer perspectiva otimista de retorno sobre o investimento. Contribuir com a concretização do Projeto Rudá demanda o senso de responsabilidade moral e a coragem empreendedora de desafiar o status quo ditado pelas Big Techs da atualidade, além de nos permitir assumir o protagonismo e a liderança de desbravarmos e delinearmos o futuro

      Em última instância, o Projeto Rudá simboliza a interseção criativa entre ciência, tecnologia e arte, unidas pela preservação de um futuro humano em meio aos assombros da disrupção tecnológica. Afinal, é bastante temerário imaginarmos que o futuro da sociedade envolve o estreitamento da relação entre homens e máquinas, pois, antes de chegarmos a esse ponto, precisamos estabelecer uma relação de vida plena, através de conexões humanas genuínas, que aporte valor e significado para nossas vidas. Rudá representa a iniciativa de facilitar, agilizar e aprimorar a qualidade das relações humanas inseridas numa escala de afeto que vai do amor romântico até a fraternidade.

      Atualmente, o esforço das grandes corporações envolve objetificar e reduzir a humanidade à mera condição de apêndice das máquinas. Por outro lado, o Projeto Rudá tem a visão de que o bom uso da tecnologia é capaz de aperfeiçoar aquilo que entendemos como “a nossa verdadeira condição humana”.

      Hoje em dia, o poder transformador das histórias anda subestimado, quando muito, acrescenta alguma lição, mas geralmente acaba se reduzindo a entretenimento, uma fuga ordinária da realidade. Por outro lado, o Projeto Rudá tem a visão de que boas histórias são aquelas que engajam pessoas a colaborarem entre si, em prol de uma causa justa e enobrecedora. Boas histórias carregam a matriz criativa que nos inspira a redefinir a realidade. Rudá simboliza o ponto de entrelaçamento entre o passado e o futuro da humanidade, conectando a primitiva habilidade de contar histórias com a capacidade de construirmos máquinas que pensam e solucionam problemas.

      Se tudo o que lhe foi dito aqui reverbera intrinsecamente de modo sensível e profundo, por favor, nos informe! Este texto é apenas um livre manifesto, mas o verdadeiro convite precisará despontar como um chamado irresistível vindo de dentro de você. Afinal, Rudá está em busca de pessoas corajosas, mentes criativas e corações generosos, sobretudo... repletos de amor!