RUDÁ é considerado o deus do amor e da fraternidade na mitologia Tupi-guarani. O mito de Rudá possui uma profundidade simbólica exuberante, embora também seja de fácil compreensão e conserve um grande apelo arquetípico transcultural.


      Além disso, Rudá representa o nêmesis simbólico de Eros/Cupido, o deus do amor da mitologia greco-romana. Isto significa dizer que Rudá será o rival capaz de aplicar uma justa retaliação contra Eros e sua milenar influência decadente sobre a cultura ocidental. A verdade é que Eros, ao longo de mais de dois mil anos, já sofreu tantas apropriações e desdobramentos, que a sua representação foi se deteriorando a ponto de estabelecer uma dissonância entre significante e significado, assumindo um estado progressivo de perversão simbólica.


      Portanto, Rudá representa a oportunidade de reinaugurarmos, de maneira acessível, nobre e transparente, o modo como a humanidade compreende o significado do amor e da fraternidade humana, através de uma perspectiva moderna e progressista.


      Deste modo, sugerimos que seja feito a leitura de dois textos em anexo. O primeiro é a versão original do Mito de Rudá. O segundo é a interpretação do Mito de Rudá, em contraste com a representação de Eros e o célebre mito que descreve o seu encontro com Psiquê (caso não esteja familiarizado com este episódio, seguirá também o link para um vídeo que exibe a narrativa).

A história de Eros e Psiquê

Talvez por meio de uma coincidência cósmica, a palavra “RUDÁ” também é um acrônimo em língua inglesa que descreve o core business de nossa operação:

Relationships’ Universe and Data Analytics

Em livre tradução: “Universo de Relacionamentos e Análise de Dados”.